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Caso Orelha: Contradição revelada por câmeras de segurança

Publicada em: 04/02/2026 10:32 -

Um novo vídeo obtido pela Polícia Civil de Santa Catarina expôs uma contradição crucial no depoimento do adolescente investigado pela morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. As imagens mostram que o jovem deixou o condomínio às 5h25 e retornou às 5h58, acompanhado de uma amiga, no mesmo intervalo em que ocorreram as agressões ao animal.

  • Data e local: As agressões ocorreram em 4 de janeiro de 2026, na Praia Brava, em Florianópolis.

  • Imagens analisadas: Câmeras de segurança registraram o adolescente saindo do condomínio às 5h25 e retornando às 5h58.

  • Depoimento contraditório: O jovem havia declarado à polícia que permaneceu na área da piscina durante todo o período das agressões.

  • Horário do crime: Segundo o inquérito, o ataque ao cão Orelha aconteceu por volta das 5h30, coincidindo com o momento em que o adolescente estava fora do condomínio.

 

Repercussão e investigação

  • Internação provisória: A Polícia Civil pediu a internação provisória do adolescente, apontado como principal suspeito das agressões.

  • Provas adicionais: Além das imagens, testemunhas e outras evidências reforçam a versão de que o jovem estava fora do condomínio no momento do crime.

  • Força-tarefa: Mais de mil horas de filmagens foram analisadas pela polícia para identificar os responsáveis.

 

O cão Orelha e a mobilização social

  • Animal comunitário: Orelha era cuidado há cerca de dez anos por moradores da Praia Brava.

  • Indignação popular: ONGs, associações e vizinhos se manifestaram exigindo justiça e responsabilização dos envolvidos.

  • Símbolo de afeto: Orelha representava um vínculo afetivo da comunidade, e sua morte gerou comoção e protestos.

 

Impacto do vídeo na investigação

 

  • Contradição central: O vídeo desmonta a principal linha de defesa do adolescente, que alegava não ter saído do condomínio.

  • Avanço no inquérito: A prova visual fortalece o pedido de internação provisória e pode acelerar o processo judicial.

  • Próximos passos: O Ministério Público deve avaliar o pedido da polícia e decidir sobre medidas socioeducativas cabíveis.

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