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Rússia e China em sintonia: ligação entre Putin e Xi reforça aliança estratégica

Publicada em: 04/02/2026 10:39 -

Após uma videoconferência realizada em 4 de fevereiro de 2026, o Kremlin declarou que Rússia e China “agem em sintonia” e reforçou a ideia de uma aliança estratégica sem limites. Vladimir Putin e Xi Jinping discutiram cooperação econômica, militar e diplomática, com o presidente russo aceitando um convite para visitar Pequim ainda no primeiro semestre.

 

Principais pontos da ligação

  • Data e formato: Videoconferência realizada em 4 de fevereiro de 2026.

  • Declaração oficial: O Kremlin afirmou que Moscou e Pequim “agem em sintonia” em questões internacionais.

  • Convite aceito: Putin confirmou que visitará a China nos próximos meses.

  • Mensagem de Xi: O líder chinês destacou o início do 15º Plano Quinquenal da China e disse que deseja compartilhar novas oportunidades de desenvolvimento com a Rússia.

  • Enfoque de Putin: O presidente russo classificou a parceria como um “fator de estabilidade” diante da turbulência global.

 

Contexto da relação sino-russa

  • Aliança estratégica: Desde a invasão da Ucrânia em 2022, Rússia e China intensificaram laços econômicos e militares.

  • Economia: A China se tornou um dos principais compradores de energia russa, ajudando Moscou a contornar sanções ocidentais.

  • Diplomacia: Ambos os países defendem uma ordem internacional multipolar, em oposição à influência dos EUA e da União Europeia.

  • Militar: Cooperação em exercícios conjuntos e troca de tecnologia de defesa.

 

Impacto geopolítico

  • Estabilidade regional: Putin afirmou que a parceria é um “fator de estabilidade” em meio às tensões globais.

  • Pressão sobre o Ocidente: A sintonia entre Moscou e Pequim reforça o desafio às sanções e à política externa dos EUA.

  • Expectativa da visita: A ida de Putin à China deve consolidar novos acordos e sinalizar maior alinhamento estratégico.

 

A ligação entre Putin e Xi Jinping reforçou a narrativa de uma aliança “sem limites” entre Rússia e China. O Kremlin destacou que os dois países “agem em sintonia”, e a visita de Putin a Pequim deve aprofundar ainda mais essa cooperação em 2026.

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